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Cuiabá participa do projeto "Escola On, Violências Off", que aposta na educação para a segurança online de meninas Foto: PM Cuiabá

Cuiabá adere aos cursos da “Escola On, Violência Off”; saiba como se inscrever

Cuiabá participa do projeto “Escola On, Violências Off”

Os professores e técnicos da educação da rede pública de Cuiabá têm a oportunidade de participar do projeto “Escola On, Violências Off”, que aposta na educação para a segurança online de meninas.

Para se inscrever, é necessário preencher corretamente o formulário via https://avamec.mec.gov.br/#/instituicao/secadi/curso/18196/informacoes

Este curso aborda as violências que afetam as meninas, especialmente no contexto digital. O conteúdo inclui os tipos de violência mais comuns, as leis brasileiras aplicáveis e estratégias de prevenção através da educação e acolhimento humanizado.

Também explora o papel da escola como rede de proteção e como a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) pode promover uma educação livre de violências, com materiais acessíveis e inclusivos.

O secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes, incentiva à participação dos educadores, ressaltando à imprescindibilidade do tema de proteção às crianças e adolescentes para a formação de uma sociedade mais justa, consciente e amparada nos princípios de respeito e amor ao próximo. “Com a educação se alcança métodos de prevenção eficientes para proteger nossas crianças e garantir a elas um futuro de prosperidade”, afirma.

Sobre o projeto

O projeto “Escola On, Violências Off” surgiu em 2025 pela Serenas. Ao mesmo tempo, ganhou apoio do MEC via AVAMEC. Por conseguinte, qualificou educadores contra violências digitais. Em primeiro lugar, focou na proteção de meninas hiperconectadas. Além disso, integrou-se ao Sistema Nacional contra Violências Escolares (Snave).

Uma em cada dez brasileiras sofre violência online, visto que 77% das jovens relatam assédio digital. Ainda assim, leis como a 14.188/2021 combatem stalking virtual. Por exemplo, pune violência psicológica contra mulheres. Dessa forma, o curso aborda Marco Civil da Internet. Em outras palavras, ensina denúncias no SaferNet.

A BNCC orienta conteúdos inclusivos de prevenção. Ao mesmo tempo, promove acolhimento humanizado nas escolas. Por conseguinte, transforma educadores em rede de proteção. Em síntese, capacita contra deepfakes e extorsão. Acima de tudo, fomenta cultura de paz digital.

Amauri Monge Fernandes, secretário de Cuiabá, reforça participação. Assim, alinha-se ao Programa Escola que Protege. Por fim, constrói sociedade justa e consciente contra abusos online.

Segue abaixo o conteúdo programático:

  • Módulo 1 – Conhecendo as violências contra meninas e mulheres
  • Módulo 2 – Violências contra meninas facilitadas pela tecnologia
  • Módulo 3 – Juventudes e cultura digital: comportamentos nas redes e os impactos das violências
  • Módulo 4 – Comunidades escolares no enfrentamento das violências contra meninas
  • Módulo 5 – A educação como ferramenta para prevenção de violências.