
Brasileiros descobrem como Salmonella ataca bactérias do bem
As bactérias que vivem no intestino são a primeira linha de defesa contra diversas doenças de origem alimentar, entre elas a salmonelose, causada por bactérias do gênero Salmonella.
As bactérias que vivem no intestino são a primeira linha de defesa contra diversas doenças de origem alimentar, entre elas a salmonelose, causada por bactérias do gênero Salmonella.
Em um estudo publicado, pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, sugerem que o desenvolvimento de Alzheimer pode estar ligado à frutose. Um tipo de glicose, contudo, presente nas frutas. O estudo no American Journal of Clinical Nutrition saiu no início de fevereiro
A grande questão é que "ninguém entendeu completamente como essa sinapse pode ser tão rápida", explica o coautor do estudo, Rob Raphael, bioengenheiro da Universidade Rice em Houston, nos EUA.
No mundo, 1 a cada 4 adultos não atinge o nível recomendado de atividade física, o que causa um impacto direto no corpo, segundo informa a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Segundo estudo uma taça de vinho merlot por dia pode ajudar a remodelar a flora intestinal. O estudo foi publicado na revista científica The American Journal of Clinical Nutrition. E ainda mais, o consumo de uma taça de vinho traz benefícios ao coração.
A Disfunção de Integração Sensorial aparece justamente quando, por algum motivo, acontece uma "falha" nesse processo e o cérebro não consegue interpretar os sinais do ambiente como deveria.
Pele artificial é possível reproduzir sensações táteis agradáveis e desagradáveis, além de conseguir distinguir as diferentes sensações de toque
Considerando que o quadro não é apenas algo emocional e subjetivo, podendo ser um sinal clínico real, aproveitamos o período para destacar que não apenas as mulheres podem afetadas emocionalmente pelos seus hormônios, mas homens também.
Cerca de metade das pessoas que fazem uso de antidepressivos comuns. sofrem de “embotamento”. O embotamento é uma sensação na qual a pessoa se sente apática às emoções. E ainda mais sem energia para a execução de tarefas diárias.
Os especialistas da Universidade de Wisconsin-Madison, informaram que este avanço está prestes a passar por testes em humanos e já descobriram algumas células que tinham sensibilidade à luz e que se juntaram após serem separadas.