De acordo com o texto, o levantamento deverá ocorrer a cada cinco anos, reunindo informações sobre cães e gatos domiciliados, comunitários e em situação de rua
“Precisamos conhecer a realidade dos nossos municípios para desenvolver políticas públicas que realmente funcionem. Com esse levantamento, será possível identificar onde estão as maiores necessidades e direcionar melhor os investimentos em castração, vacinação e proteção animal”, destacou Max.
O projeto estabelece que o Poder Executivo deverá designar uma secretaria estadual responsável pela realização do censo. Inclusive, com a possibilidade de firmar parcerias com organizações não governamentais e instituições de ensino. A iniciativa também prevê a integração dos dados ao Cadastro Nacional de Animais Domésticos (SinPatinhas), respeitando as normas de proteção de informações pessoais.
Na justificativa, Max ressalta que a ausência de dados atualizados dificulta o planejamento de ações e a distribuição adequada de recursos entre os municípios.
A proposta foi apresentada em 14 de outubro e tramita na Assembleia Legislativa para análise dos parlamentares.
Fonte: maxrussi


