Novo RG é aceito para entrada em países da América do Sul
A Carteira de Identidade Nacional (CIN), ou seja, o novo RG unificado pelo CPF, passa a ser oficialmente aceito como documento de entrada em oito países da América do Sul. São eles:
- Argentina
- Paraguai
- Uruguai
- Bolívia
- Chile
- Colômbia
- Equador
- Peru
Quando começa a valer?
O acordo foi firmado no fim de maio durante uma reunião de ministros da Justiça e do Interior do Mercosul. No entanto, ainda será necessário um período de adaptação técnica e burocrática nos postos de imigração.
A expectativa é que os turistas utilizem a CIN nas fronteiras a partir de agosto de 2026.
O que muda na prática?
Os brasileiros já podiam viajar para esses países utilizando o RG tradicional, graças a acordos firmados anteriormente. A novidade é que a CIN também passa a integrar a lista de documentos aceitos para viagens de turismo.
Assim, os oito países parceiros passam a aceitar RG, passaporte e, em breve, a Carteira de Identidade Nacional.
A CIN conta com padrões de segurança mais modernos, incluindo QR Code e outros elementos de verificação semelhantes aos utilizados em passaportes. Isso deve trazer mais segurança e agilidade na hora da imigração.
Quais documentos não são aceitos?
A imigração exige necessariamente apresentar um documento físico específico. De fato, o papel precisa conter uma foto atual e bom estado de conservação.
Inclusive, as autoridades não aceitam versões digitais do RG ou da CIN para cruzar a fronteira. Do mesmo modo, a CNH física ou digital também não possui validade para esse tipo de viagem internacional.
Além disso, carteiras de órgãos de classe como OAB, CRM e CREA também não são aceitas. Portanto, as certidões de nascimento não substituem os documentos exigidos. Assim, essa regra se aplica rigidamente mesmo no caso de menores de idade.
Outras recomendações para viajar pela América do Sul
Embora nem sempre sejam exigidos na imigração, alguns documentos podem ser solicitados pelas autoridades, como passagem de ida e volta, comprovante de hospedagem, comprovante de vacinação (caso o destino exija alguma vacina específica) e o seguro viagem para a América do Sul.
Fonte: melhoresdestinos




