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O primeiro sobrevivente de uma caverna inundada no Laos foi retirado pelas equipes de resgate, informou um dos socorristas - Foto: Wikimedia Commons

Primeiro sobrevivente é retirado de caverna inundada no Laos

Outras quatro pessoas permanecem dentro da caverna e aguardam avaliação antes da retirada

O primeiro sobrevivente de uma caverna inundada no Laos foi retirado pelas equipes de resgate, informou um dos socorristas

Outras quatro pessoas permanecem dentro da caverna e aguardam avaliação antes da retirada, escreveu Kengkad Bongkawong no Facebook.

Assim, irão retormar as buscas pelas duas pessoas desaparecidas neste sábado (30).

Socorristas levaram comida, água e cobertores para uma caverna no Laos na quinta-feira (28).

Entenda o que aconteceu

Sete moradores entraram na caverna em 19 de maio em busca de ouro, mas a forte chuva provocou uma enchente repentina que bloqueou a entrada do local, segundo equipes de resgate do Laos e da Tailândia.

Na quarta-feira (27), socorristas informaram que cinco dos sete moradores encontrados com vida na caverna.

Eles foram localizados por mergulhadores especializados em cavernas e, por enquanto, permanecem presos na província de Xaisomboun, no centro do Laos. Enquanto as equipes de resgate continuam as buscas pelas duas pessoas restantes.

Quais são os riscos?

O mergulhador finlandês Mikko Paasi faz parte da equipe de mergulhadores que navega pelo túnel do Laos. Então, publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece se espremendo entre rochas irregulares.

“Ainda estamos otimistas de que encontraremos os mineiros vivos, pois eles entraram na mina com recursos para permanecer no subsolo por vários dias”, escreveu ele no Facebook nesta quarta-feira, antes da equipe alcançar os homens.

Mas ele também falou sobre as condições traiçoeiras que enfrentou até agora, começando com uma caminhada de quatro quilômetros pela selva para chegar ao local.

“Dentro da mina, é preciso navegar por centenas de metros de restrições constantes, águas de inundação, riscos de desabamento e alto risco de contaminação do ar”, disse Paasi, que também participou do resgate dos meninos tailandeses em 2018.

Fonte: cnn