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TikTok reforça controle para menores de 16 anos. Usuários não podem alterar configurações de suas contas sem a permissão dos responsáveis Imagem: Mamun_Sheikh/Shutterstock

TikTok reforça controle parental para menores de 16 anos

TikTok reforça controle para menores de 16 anos

A partir de 17 de março, o TikTok passará a impedir que usuários menores de 16 anos alterem as configurações padrão de suas contas sem a permissão de pais ou responsáveis vinculados aos seus perfis. A mudança foi comunicada aos adolescentes por meio de notificações enviadas nesta quarta-feira (4).

A data coincide com a entrada em vigor no Brasil do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que determina que menores de 16 anos tenham suas contas em redes sociais vinculadas ao perfil de um adulto responsável.

Como funcionará o acesso e controle parental?

Com a nova regra, apenas pais ou responsáveis poderão modificar as configurações relacionadas à atividade de menores de 16 anos na plataforma. O TikTok afirma que permite a criação de contas somente para usuários com 13 anos ou mais.

As ferramentas de controle ficam disponíveis na área de Sincronização Familiar, que possibilita gerenciar o tempo de tela — definido por padrão em uma hora diária para jovens de 13 a 15 anos. Também é possível escolher dias e horários para pausas programadas e restringir o acesso a determinados conteúdos.

Os responsáveis ainda podem ampliar o período em que as notificações ficam desativadas. Atualmente, para usuários de até 15 anos, elas são silenciadas entre 21h e 8h, mas o adulto pode estender esse intervalo.

Recursos bloqueados para menores de 16 anos

Mesmo com autorização dos responsáveis, usuários de até 15 anos continuam sem acesso a algumas funções. Eles não podem enviar mensagens privadas, baixar vídeos, realizar transmissões ao vivo, visualizar recomendações da aba “Para Você” nem enviar presentes virtuais.

Esses recursos permanecem bloqueados para essa faixa etária, independentemente de permissão parental.

O TikTok consolida, portanto, seu compromisso com a proteção infantil. Em primeiro lugar, reforça, consequentemente, padrões globais de segurança digital. Além disso, alinha-se, por sua vez, às legislações nacionais e, ainda, internacionais.

Do mesmo modo, estimula, acima de tudo, responsabilidade compartilhada entre plataformas e famílias. Nesse sentido, amplia ferramentas para que os pais monitorem, definitivamente, o uso infantil.

Por fim, a iniciativa representa um avanço tecnológico responsável. Assim, as redes sociais evoluem para ambientes mais seguros. Também promovem educação digital desde a infância.

Fonte: olhardigital