
Apenas 5% dos brasileiros fazem terapia, mas 16% tomam psicoativos
Os dados mostraram que os jovens, estudantes, brancos, mulheres, com renda mais alta e maior escolaridade são os grupos que mais fazem terapia.
Os dados mostraram que os jovens, estudantes, brancos, mulheres, com renda mais alta e maior escolaridade são os grupos que mais fazem terapia.
Injetar uma proteína antienvelhecimento em macacos idosos pode melhorar sua função cognitiva, revela um estudo. As descobertas foram publicadas na revista Nature Aging, podem levar a novos tratamentos para doenças neurodegenerativas.
Pesquisadores desenvolveram uma quimioterapia direcionada que parece aniquilar todos os tumores sólidos em pesquisas pré-clínicas. Os cientistas são do City of Hope National Medical Center, uma das maiores organizações de pesquisa e tratamento de câncer nos Estados Unidos.
Um estudo publicado na Nature Neuroscience, investigou a forma que as células nervosas do cérebro podem direcionar os movimentos do corpo, incluindo a respiração. Isso acontece também no reino animal, quando farejadores “congelam” ao encontrar um alvo.
Os resultados sobre envelhecimento muscular mostraram que aqueles idosos que se exercitavam regularmente desafiavam o processo de envelhecimento e tinham imunidade, massa muscular e níveis de colesterol de homens mais jovens.
Os retrovirais que passam a fazer parte da lista do SUS são o Darunavir 800 mg , o Dolutengravir 5 mg e o Raltengravir 100 mg (granulado).
O remédio chamado Leqembi, mostrou ser capaz de retardar o declínio cognitivo de pacientes com Alzheimer em apenas cinco meses. Contudo, alguns especialistas têm chamado a atenção para os possíveis efeitos colaterais da droga, que ainda precisariam ser avaliados em relação aos seus benefícios.
Algumas práticas associadas ao estilo de vida e alimentação, podem ser decisivas para aumentar a imunidade e ter prevenção de doenças sazonais ou perenes.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a comercialização no Brasil de um novo medicamento contra o colesterol. Uma alternativa à tradicional estatina, a inclisirana, da farmacêutica Novartis, é aplicada por meio de uma injeção apenas duas vezes por ano.
Estudo descobre que suplemento de vitamina D reduz o risco de ataque cardíaco. Durante o período do estudo, os participantes receberam mensalmente uma cápsula contendo 60.000 UI de vitamina D ou um placebo.