Governo libera recursos para combater incêndios e seca
O Governo Federal informou nesta quarta-feira (28) que liberou R$ 68,6 milhões para ações de combate a incêndios, estiagem e à seca em estados da Região Norte. Os recursos serão enviados para o Amazonas, Pará e Acre.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) informou ainda que enviou técnicos da Defesa Civil Nacional para os estados. Eles vão auxiliar, especialmente os municípios amazonenses e paraenses, nos processos de solicitação federal de situação de emergência e de liberação de recursos para assistência humanitária.
Cidades com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. Até o momento, o ministério aprovou para o Amazonas 47 planos de trabalho, somando R$ 45,2 milhões. O estado tem 48 municípios com reconhecimento federal de situação de emergência vigente.
“O governo contemplou algumas cidades com mais de um decreto, resultando em 66 reconhecimentos, sendo 29 em razão da estiagem e 37 por causa dos incêndios”, disse o MIDR.
O Pará recebeu R$ 3,9 milhões, resultantes da aprovação de seis planos. Nesse sentido, ao todo, 24 municípios estão reconhecidos com situação de emergência.
Além disso, algumas cidades paraenses também foram contempladas com mais de um decreto. Consequentemente, a região soma 28 reconhecimentos, sendo 16 em função das queimadas e o restante devido à falta de chuva.
Por outro lado, o Acre recebeu R$ 19,3 milhões para o enfrentamento da seca, após a aprovação de 15 planos de trabalho. Desta forma, no total, 22 cidades estão em situação de emergência no estado.
Por fim, segundo o ministro Waldez Góes, as equipes em campo buscam agilizar o reconhecimento federal da emergência e a liberação dos recursos.
“Trabalharemos para agilizar o reconhecimento da situação de emergência e a liberação de recursos a cada demanda manifestada. Não há como mensurar quanto recurso o governo disponibilizará. A União liberará tudo o que for necessário, conforme os planos de trabalho municipais e estaduais”, afirmou.
Fonte: agênciabrasil



