Contas públicas têm déficit primário de R$ 16,4 bilhões em fevereiro
As contas públicas fecharam o mês de fevereiro com saldo negativo, com o déficit no governo federal sendo parcialmente compensado pelo superávit nos governos regionais.
As contas públicas fecharam o mês de fevereiro com saldo negativo, com o déficit no governo federal sendo parcialmente compensado pelo superávit nos governos regionais.
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGPM), também conhecido como “inflação do aluguel”, sentiu a pressão de produtos agropecuários e derivados do petróleo e volta a subir em março em 0,52%.
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, sobe de 4,17% para 4,31% este ano.
No primeiro ano da pesquisa, o Norte registrava 81,9% de comprometimento da renda.
Segundo a Receita Federal, 80% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição.
A manutenção da bandeira é resultado do volume de chuvas registrado em março, que garantiu níveis satisfatórios nos reservatórios das hidrelétricas.
No trimestre encerrado em fevereiro, o Brasil atingiu o patamar recorde de 66,8% da população ocupada contribuindo para algum regime previdenciário, o que significa 68,196 milhões de trabalhadores cobertos pela Previdência Social.
A decisão busca reduzir custos para a indústria e garantir o abastecimento de itens sem produção nacional equivalente.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) prorrogou até o dia 6 de abril o prazo para que empresas com 100 ou mais funcionários publiquem o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, com informações sobre os critérios de remuneração para homens e mulheres.
O Governo terá de abrir crédito para acomodar o crescimento de gastos obrigatórios.