No momento, você está visualizando Lei de Max Russi agiliza diagnóstico da endometriose em MT e combate silêncio sobre a doença
Em Mato Grosso, a Lei de Max Russi criada para mudar essa realidade, acelera o diagnóstico e o tratamento especializado da endometriose. - Foto: Rodrigo Prates

Lei de Max Russi agiliza diagnóstico da endometriose em MT e combate silêncio sobre a doença

No Dia Internacional da Luta Contra a Endometriose, Max lembra da importância do Programa de Prevenção à doença

A endometriose, doença inflamatória crônica que atinge o tecido endometrial, afeta cerca de 8 milhões de brasileiras e, segundo o Ministério da Saúde, leva em média sete anos para se confirmar após os primeiros sintomas. No Brasil, o índice é alarmante: uma em cada 10 mulheres sofre com a condição. Em Mato Grosso, o deputado Max Russi criou a Lei nº 13.065, para mudar essa realidade, garantindo políticas públicas que aceleram o diagnóstico e o tratamento especializado da endometriose.

Nesta quinta-feira (7), onde celebra-se o Dia Internacional da Luta Contra a Endometriose, Max lembra da importância do Programa de Prevenção à doença. “Com a lei, o governo será obrigado a criar unidades de saúde especializadas para o diagnóstico e o tratamento da endometriose. Assim podemos garantir a estrutura necessária para que as mulheres tenham um atendimento digno, humanizado e contínuo”, afirmou o presidente da ALMT.

De acordo com a nutricionista Alinne Bodenstein, especialista em endometriose e doenças gastrointestinais, os números oficiais podem estar subestimados. Ela explica que a condição ginecológica, frequentemente, se confunde com a Síndrome do Intestino Irritável.

“O diagnóstico muito tardio ocorre por causa da similaridade dos sintomas, ou seja, ambos causam cólicas abdominais e alterações no hábito intestinal. Isso faz com que muitas mulheres tratem um problema digestivo quando, na verdade, sofrem de endometriose”, alerta a especialista que também vive com a doença.

Para ela, é essencial a execução do programa que prevê a criação de unidades voltadas ao diagnóstico e tratamento. Incluindo a constituição de centros cirúrgicos especializados e a capacitação dos profissionais de saúde para o tratamento e diagnóstico da doença. “Nós precisamos realmente que o poder público abrace também essa causa, trabalhe para a conscientização. Bem como, promover de forma simultânea a capacitação profissional para podermos ter esse diagnóstico precoce”, afirmou Bodenstein.

Fonte: maxrussi.com.br